terça-feira, 7 de agosto de 2018

É feeling que chama, né?

OINNNNNc

E ai, como cês tão?

Olha, hoje é dia de conversar com titia.

Titia está séria.
Então se você está esperando altas doses de ironia....
Cai fora ò.ó

Tá, talvez tenha baixas doses de ironia.

Quando eu fiz esse blog a ideia era usar ele pra falar de temas sérios, mas usando as asneiras que sempre falo.
No final, essa bosta virou quase um caderninho pra eu simplesmente jogar pensamentos aleatórios.

E bom, isso é bom pra gente ter.
É serio.

As vezes é comum as pessoas não quererem interações sociais por que, bom, por que as vezes a gente só não tá a fim.

O negócio é que hoje em dia, todo mundo é feliz.
Nas redes sociais né.

No dia a dia, todos tem problemas e dificuldades.
Por exemplo nesse momento, eu to tendo problema pra escrever por que a gata ta se ajeitando no meu colo. (white girl problem que chama).

Mas voltando pro assunto...
Como você descarrega certos sentimentos?
Tem gente que vai pra terapia, tem gente que escreve, tem gente que vai pra academia...
Comigo varias coisas funcionam.

As vezes eu só preciso dar uns gritos.
As vezes a academia resolve.
Outras, a vontade de ligar pra psicologa grita.

Cada um encontra seu jeito de lidar com as coisas.
Alguns o jeito é peculiar.
Outros nem tanto.

Mas no final, essas formas não podem nos prejudicar nem prejudicar ninguém.

Como você lida com os seus sentimentos te prejudica?
Existem outras formas de lidar com eles que não causem danos?


No fim, cada um sabe.
Ou espera-se que saiba.
Mas as vezes não...


(Esse post saiu de uma catarse e não vai ter revisão. A Gerência.)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

A incrível arte de mudar!

OIIIIIINCARAAAAAI

Voltei :3

Pra
Santos
UHUL

Só que não.

Mudar é bom né?
Mas é dificil.

Mudar faz parte.
E okay sentir medo de mudar.

Por que?
Bom, primeiro, leia esse post aqui. Depois vem comigo....


A gente muda certo? E essas mudanças causam terremotos nas nossas vidas.
Mas logo depois, as coisas se acalmam, a gente descansa e se acostuma com essas mudanças.

Só que o problema, é quando elas começam a acontecer, certo?
É quando saímos da zona de conforto, da almofada perfeita pro nosso bumbum.
Quando temos que tomar a decisão de: Continuo na mesma ou mudo?

Essa decisão, às vezes, acontece com coisas "simples" ou com coisas mais "difíceis".
Seja por "Faço um frango ou um peixe no almoço?", Seja por "Me demito do meu emprego atual ou continuo com esse salário?"
E, claro! Coisas simples ou complicadas, é pra cada um de nós, diferentes!

Mas voltando às mudanças....
Mudar, é se arriscar.
E bom, às vezes, a gente tem receio de se arriscar e de ver no que vai dar.
E tudo bem isso acontecer.
Afinal, a almofada tá quentinha, ta afofada pro seu bumbum (Se você não ta entendendo as referências, clica no link lá no começo do post).
E ai você vai pegar uma outra almofada, que, bom às vezes ta gelada e é desconfortável, pelo menos no começo.

E ai? Qual vai ser a escolha de Minerva?

E nossa! Como isso deixa a gente tenso né?
Como essas coisas fazem a gente ficar com uma dúvida cruel sobre o que fazer a seguir...

E bom, daí, é com a gente certo?
No final, a gente escolhe sobre fazer algo pra mudar.
Ou não.

O negócio é que: Mudanças estão presentes no nosso dia a dia. O-Tempo-Todo.
E, às vezes, a gente nem percebe isso.

"Mude seus caminhos para
melhores resultados"
Você troca de roupa?
Um dia resolve tomar leite ao invés de suco?
Pega um caminho diferente pra escola/trabalho?

Tudo isso são pequenas mudanças que fazemos no nosso dia a dia, geralmente sem pensar muito.

Mas e as grandes mudanças?
Mesmo que elas deixem a gente angustiados (por que geralmente elas também puxam da gente uma grande necessidade de pensar sobre elas), quando elas acontecem...
Ufa
Já foi.
Nossa...
Acabou.

Às vezes, é essa a sensação. Às vezes, não.
E tudo bem também.

O ponto é que: A gente muda um pouquinho todo dia. Seja o peixe ou o trabalho. A roupa ou o suco. E tudo bem a gente não se preocupar, e tudo bem se preocupar.
Mas também, vale pensar:
Até que ponto eu vou ficar sentado numa almofada dura e desconfortável, por medo de arriscar comprar outra?
Até que ponto, eu escolher ficar com algo que não me faz bem, vai continuar acontecendo por que, bom... Ah, cê sabe.....

Mudar é difícil....

quinta-feira, 15 de março de 2018

Séries, 42 e Filosofia

Oiiiiiiinnnnnnnn

E aí? Como você está hoje?

Hoje, eu acordei pensando sobre meus fracassos. É, eu geralmente faço isso.
MASSSSSSSSS
Depois de ficar refletindo sobre isso por um bom tempo, eu pensei sobre meus sucessos.

E minha conquista mais recente foi ter visto 11 temporadas de Supernatural em 4 semanas.

U
H
U
L
L
!

Afinal, o que é uma série de 13 anos pra quem tem zero coisas pra fazer?
Tá, meu armário tá bagunçado.
Tá, eu podia estar me exercitando.
Tá, eu podia estar estudando.
Só que eu queria mesmo ver séries.

Esse vai ser mais um daqueles random posts, tipo o da Dominação Mundial dos Gatos

Tá bom, vai, me dá um crédito.
Eu tenho essa necessidade de falar merda.
E quando eu não falo merda.
Eu escrevo merdas.

Esse texto tá ficando escatológico demais!

Você deve estar pensando: O que diabos eu estou fazendo aqui perdendo o meu precioso tempo?
Se você chegou aqui, provavelmente você não achou a resposta, então continua.

Mas a dica é: 42!

É engraçado como a gente tenta achar resposta pra tudo né?
As vezes o negócio é só seguir o pensamento da filósofa contemporânea Dori:

Falando de filósofos, tem um que eu particularmente gosto (e uma teoria especifica dele), que é
Platão.
Moço bonito, aluno do Sócrates. Gente boa pra caramba.
Há muitos anos atrás, no período dos Dinossauros, eu li sobre a teoria das Ideias dele (num livro chamado O mundo de Sofia).
Em que ele fala de formas e abstrato.

E bom, as coisas são bem abstratas né?
Tipo esse post

Mas ai, meus amores. Eu volto lá pra cima....
42!

Ler filosofia é um caminho sem volta.
Sim, é!
Você começa com um Mito da caverna ali, um pensamento Racional acolá, e quando vê.....
Heidegger está nos teus sonhos falando sobre o que é existir.

Vai entender....

Ou melhor. Tenta entender.
É por isso que é um caminho sem volta.

E bom, eu vou terminando aqui, dizendo uma coisa....
Vai lá no Google e pesquisa:
42

terça-feira, 13 de março de 2018

Um pouco sobre amor próprio

OIIIINNNNN

Ao som de Queen - We Will Rock You, eu começo esse post com uma intenção bem grande de falar sobre amor próprio.
A intenção é essa. Vamos ver até onde essa catarse vai dar...

As últimas... 4 ou 5 semanas foram no mínimo, difíceis.
Regadas de muitos episódios de Supernatural, junk food e auto-sabotagem.
Veja você, na seguinte situação:

  • desempregada;
  • descontente com seu corpo;
  • o término de um relacionamento longo;
  • zero dinheiros;
O que você faz? 
Maratona de todas as temporadas de Supernatural

É o que eu tenho me perguntado nas últimas semanas.

Claro, a fossa faz parte da vida. 
Um período muito longo de felicidade constante é algo, no mínimo, bem relativo. 
Algumas pessoas ficam nessa fossa cheia de bosta por um bom tempo, e encontra aqui e ali uma florzinha. 
Outras, ficam pouco tempo, mas não conseguem enxergar nenhuma florzinha nesse período. 

E até esse tempo , ele é relativo pra cada um de nós. Pode ser muito tempo dois dias. Ou pouco tempo dois meses. Ou o contrário. Sim, o tempo é diferente pra cada um de nós.

Principalmente por que a gente escolhe o que fazer com esse tempo.
O meu tempo, tem sido bem torturante. As horas não passam e um minuto parece uma eternidade.
Como tem sido o seu tempo?

E ai, bom, o que eu to fazendo com meu tempo? 
Algo que eu queira fazer? Sim e não.
Algo que me deixa bem? Sim e não.
Algo que faz com que eu fique no mínimo, satisfeita comigo mesma? Essa, com certeza não.

Algumas coisas parecem bem simples não é?
Mesmo que muitas delas não sejam realmente simples para alguns de nós.

Você já se perguntou o que te faz bem?
Pra mim, um café de manhã, uma casa limpa e cheirosa. O barulho de cigarras e a sensação de que o dia pode melhorar. Mesmo que ele não melhore.

Quando a gente ta meio na fossa, essas pequenas coisas passam a serem menos percebidas. Elas ficam, de certa forma, bem distantes. 
Eu escolho não me permitir aproveitar essas coisinhas. Deixo de fazer o café, o cheiro da casa não tem muita diferença e as cigarras ficam irritantes. Eu não deixo nem a sensação chegar perto de ser pensada.

Mas as vezes, por mais desafiador que seja, e por mais errado que pareça (por que sou dessas que quando tô na fossa, essas coisas parecem erradas de serem aproveitadas), você merece aproveitar essas coisas.

Dançar no quarto sozinha de um jeito bem estranho. Tirar fotos com filtros no mínimo engraçados. Ficar deitada de ponta cabeça na cama, ou estirada no chão gelado. Lavar o rosto com água fria e se permitir sentir o cheiro do café passado.

Essas pequenas coisas, que são aproveitadas só por nós mesmos, fazem parte de algo que as vezes a gente tem dificuldade de sentir: amor próprio.
E, bom, pra mim isso é bem difícil de sentir. De se deixar sentir.

Mas esse tempo que passa, e que só é sentido por nós mesmos, as vezes melhora, as vezes piora. E as vezes, só passa. 
É irônico né? 
Como a vida é cheia de vai e vem.
Como se fosse uma praia.
Que tem ondas altas, marolas e as vezes é tão calma que nem parece uma praia.

E hoje, você pode estar na fossa. E amanhã, você pode voltar a sentir o cheiro do café. E no outro dia, o barulho das cigarras são irritantes. E mais pra frente, o tempo passa rápido....

E o que a gente faz com essas pequenas coisas? 
Aproveita?
Deixa pra lá?
Se censura de não aproveitar nada delas?

Hoje eu acordei cedo. 
Lavei o rosto com água fria.
Fiz café.
E depois de quase dois meses consegui escrever esse texto.
Mas hoje a gente não tem meme, nem piadinha sem graça.
Hoje eu fico por aqui, ao som de The Final Countdown do Europe.
Hoje eu fico por aqui, acreditando que tudo bem, sentir essas pequenas coisas.
Acreditando na sensação que agora, as coisas podem ficar melhores.
E que eu posso me amar um pouquinho.

E você?
💓

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Verão, Aceitação e BULLSHIT!

Oiiiiiinnnnn

Vurtei

Orra, verão né?
Calor pra caramba...
Piscina, praia, corpos bronzeados e lalalalalalalalaalalalalalalalaaaaaaaaa

É, eu nunca fui uma pessoa muito de praia/piscina.
Mesmo tendo morado a maior parte da vida em cidades litorâneas (A.K.A: Baixada Santista)

O negócio é que, depois que eu vim morar em BH, eu comecei a sentir falta de praia.
Pois é!
A Pessoa que ia de tênis, calça jeans e casaco (tudo preto) pra praia, hoje sente falta disso.

Acho que é a teoria do "depois que perde...."

E ai, voltando... Quando eu vim morar em BH, e calhou de ser em um condomínio com piscina, eu pensei: legal! Uhull. Amo piscina (bem mais que praia).
E bom, se passaram cinco fuckying anos e eu só fui nessa piscina uma vez.

E ai eu, em casa, desempregada, sem fazer mais nada alem de: comer, dormir e ver séries, estou me torturando há cerca de 3 semanas com uma pergunta:
Por que eu não vou na piscina?

E a resposta, pois mais que eu fique me enganando dizendo "ah, ta cheio de gente, ta cheio de crionça, ta tarde ou ta cedo, ta muito vazio", é na realidade, vergonha.

Sim! Vergonha.

Veja só: eu tenho 1,59. De acordo com um troço chamado de imc que eu acho que nao deveria existir mais, eu ja tava acima do peso no ano passado pesando 62,750 (cada grama conta!).
Como se são bastasse, eu fui me pesar, claro, pra saber se eu deveria continuar me privando de uma das coisas que eu mais gosto de fazer: comer.
E eis que eu me deparo com: 66,200kg. Isso foi duas semanas atrás e eu provavelmente devo ter engordado mais.

Claro, eu sei que a vida sedentária ajuda. Não é nem um pouco saudável.

E ai, quando eu converso com amigos (os legais) sobre isso. Eles dizem:
"Você ta gostosa, você não é gorda, você é linda, põe logo um biquíni e vai pra piscina e para de putaria se não eu dou na sua cara"

Na minha cabeça, ele falam isso por que são meus amigos.
E são legais.

E eu sei que hoje, temos uma campanha linda, embasada em muita sororidade, empoderamento e aumento de autoestima pros corpos das mulheres em seus diferentes formatos.
E eu realmente acho linda.

Até o momento que eu coloco um biquíni, me olho no espelho e penso: NÃO! Melhor ficar aqui maratonando série!

E isso me deixa muito irritada comigo, afinal, eu to me privando de fazer algo que quero por vergonha e medo de opinião alheia.

Você pode pensar: "pff... para de drama e vai logo"
Ah! Como eu queria que fosse fácil.

Por mais que nossas campanhas de empoderamento sejam muito legais e efetivas, é difícil (mas não é impossível) desconstruir uma imagem de corpo que a gente gostaria de ter.
Cada dia, eu luto com essa escolha de ficar em casa reclamando do por que eu não ir pra droga da piscina.
E cada dia eu dou uma desculpa que eu sei que são desculpas.

Tudo por medo de algo que eu não sei se realmente pode acontecer.
Olha só!
Questões mais profundas estão envolvidas? É claro!

Mas hoje eu vou terminar aqui com uma reflexão:
Mesmo sabendo disso tudo, por que a gente continua fazendo o que não quer, por medo de arriscar fazer o que quer?

E não, eu não vou culpar Sartre hoje.

Fui!

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

O primeiro de 2018!

Oiiiiinnnnnnnn

E ai?

Feliz ano novo!

Uhuulll

Vida nova né?

Na verdade não.

Com 12 dias de 2018, eu começo esse post com uma ironia utilizada por muitos: Ano novo = Vida nova.

MahNumÉMeixmo!

Acho que é interessante começar o ano, pensando que a vida é a mesma mesmo.
Sim! São "novas 365 possibilidades".
Mas pessoa querida.
Você
Não
Nasceu
De
Novo

Ponto.

O ano novo é repleto de novas metas mascaradas de novas pressões né?

"Nãaaaaao! Esse ano eu começo a academia"
"Esse ano eu estudo mais"
"Esse ano eu emagreço"
"Esse ano eu viajo mais"

E o que tu tens feito para que isso aconteça?

Ficar só se prometendo realmente não ajuda muito.

Quer começar uma academia?
Se matricule em uma
Quer estudar mais?
Para de gastar 4 horas por dia no Facebook, e use duas dessas horas estudando.
Quer emagrecer?
Vai num nutricionista e faça um acompanhamento bacana.
Quer viajar?
Começa a guardar o dinheiro para tal viajem.

O ano novo é repleto de "metas" que geralmente nós fazemos pra enganar nós mesmos.
E eu to falando isso de mim também.

É por isso que eu, pela primeira vez, não planejei nenhuma meta.
É uma pressão a menos pro "novo ano".

A gente fica se prometendo e se decepcionando com nós mesmos.
E ai, vem a realidade e nos lembra o que ta escrito la em cima:
Eu não nasci de novo, a vida é a mesma. Só o ano que mudou.

Então quer uma meta pra 2018?
"Esse ano eu vou tentar me amar mais"
"Esse ano eu vou começar com metas que eu posso alcançar"
"Esse ano eu vou começar a fazer ao invés de só me prometer"

Merda!

Olhas as metas ai de novo....

Se eu não conseguir esse ano, em 2019 eu consigo....

Lá vamos nós de novo.



Fui!